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Pare Enquanto é Tempo!!!





Pare Enquanto é Tempo.

" Cigarro e Hipocrisia "


Josué de Freitas

Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo, dia 7 de fevereiro de 1.999, traz novamente à discussão o vício de fumar. 

A reportagem apresenta opiniões de pessoas entendidas no assunto e vem confirmar o que já há muito se suspeitava: o uso do cigarro é um vício como a maconha, a cocaína e a heroína.

Bem, essa afirmativa não é nova. Desde 1988, o Ministério da Saúde dos Estados Unidos chegou a esta conclusão. 

Em 1992, a OMS (Organização Mundial de Saúde) passou a considerar a dependência de nicotina com um problema de saúde mental.

José Rosemberg, 89, pneumologista, presidente do Comitê Coordenador do Controle de Tabagismo no Brasil e professor de medicina da PUC de Sorocaba, SP, é um dos maiores especialistas em tabaco do país. 

Ele afirma que o cigarro é pior do que as outras drogas, porque é usado com freqüência maior que elas. 

Fumando um maço de cigarros por dia, o viciado tem cerca de 73 mil sensações de bem-estar por ano. 

Nenhum viciado em cocaína experimenta tal número de estímulos provocados por drogas.

O mecanismo da droga chamada fumo é o seguinte: nove segundos após a tragada da fumaça, a nicotina já chegou ao cérebro. Identificada pelos neurônios, o cérebro é estimulado a liberar hormônios psicoativos. 

O principal deles é a dopamina, que causa sensação de euforia. 

Em resumo: o fumante é uma pessoa ansiosa, deprimida e carente de equilíbrio psíquico e emocional. 

Apega-se ao cigarro por sentir-se aliviado das pressões emocionais que sofre.

Além de causar dependência, o tabagismo é fonte principal do aparecimento de câncer em seus usuários. 

A ciência oficial atribui ao uso cigarro a causa de 30% dos cânceres de boca, 80% de laringe, 30% de esôfago e 80% do pulmão. 

É uma verdadeira desgraça para a humanidade, mas o comércio do fumo envolve a movimentação de bilhões de dólares. 

Isso significa também bilhões em arrecadação de impostos. 

E, por isso, todos os governos democráticos do planeta são coniventes com as empresas que o comercializa.

No Brasil a situação é vergonhosa. 

Começa pelas propagandas que são exibidas na televisão e em outdoors, onde uma tarja governamental informa: 

Produto prejudicial à saúde. 


Ora, mas se é prejudicial, por que permitem sua comercialização? 

Pelo interesse financeiro, apenas. Nada mais! 

O Governo age como um hipócrita. 

Aliás, quando se fala em vício de fumar, a hipocrisia se apresenta de todas as formas, inclusive no nosso combalido Movimento Espírita. 

Interessante é que os contribuintes é que pagam a conta: estima-se que a arrecadação de impostos com a venda de cigarro no país esteja em torno de R$ 2,4 bilhões de reais e os gastos com a doença chegam a R$ 3,43 bilhões.

Um intensa campanha vem sendo feita nos países desenvolvidos para banir da sociedade o vício de fumar. 

No Brasil já se vê alguns movimentos nesse sentido. 

Mas, democraticamente, alguns viciados têm fundado associações para defenderem seu direito de envenenarem-se. 

Mal sabem da responsabilidade que estão tomando sobre si. 

Mais tarde, terão de prestar contas perante a Providência Divina pelos malefícios que fizeram a eles e a outros que lhes deram ouvidos. 

O fumo deveria ser banido da sociedade

Democracia não quer dizer liberdade de matar-se. 

Se fosse feito um "referendum" popular para saber a opinião da população sobre o vício de fumar, é certo que seria extirpado da comunidade. 

E tudo conforme as leis. 

Só é direito aquilo que faz bem à saúde e à vida moral das pessoas. 

Tudo o mais precisa ser combatido. 

Pena não haver interesse dos governantes nesse sentido.

No Movimento Espírita o problema do cigarro é um acinte ao bom-senso. 

Como vivemos num clima onde os erros e enganos são vistos com aquela complacência recomendada pela "unificação" e pelos ensinamentos das "colônias", cada um faz o que quer. 

É muito comum trabalhadores e dirigentes espíritas fumarem e defenderem o hábito com naturalidade. 

Alguns expositores não percebem o ridículo a que se prestam. 

Fumantes inveterados, tentam defender publicamente o vício, dizendo que cigarro não tem nada a ver com as condições morais de quem o usa. 

Artifício interessante, nascido de fatos bem conhecidos: alguns figurões espíritas (eleitos pela parentela e pelos amigos como "mestres"), eram fumantes. 

Daí, para não mancharem o nome "honrado" que conquistaram entre os homens, seus admiradores seguem enganando pessoas, dizendo que o fumo não tem a ver com moral.

A Revista Planeta Extra (já extinta), em seu número 17, apresenta uma entrevista com o médium Francisco Cândido Xavier. 

E, numa das questões, Chico defende abertamente a idéia de que o fumo não impede o indivíduo de cumprir uma missão relevante. Vejamos o que diz:

Pergunta: Você teria alcançado condições de desempenho de seu mandato mediúnico, ao longo de mais de meio século de trabalho incessante, se fosse um dependente de nicotina?

Resposta: "Creio que não, com referência ao tempo de trabalho, de vez que a ingestão de nicotina agravaria as doenças de que sou portador, mas não quanto a supostas qualidades espirituais para o mandato referido, de vez que considero o hábito de cultivar pensamentos infelizes uma condição pior que o uso ou abuso da nicotina e, sinceramente, do hábito de cultivar pensamentos infelizes ainda não me livrei."

Chico tinha razão. Acabava de manifestar um pensamento extremamente infeliz e de conseqüências graves. 

Partindo dele, o "ensinamento" seria um poderoso argumento para os fumantes continuarem fumando. 

E foi o que aconteceu! 

Talvez, por conta disso, corra no movimento a história de que é melhor um fumante trabalhar na casa espírita fazendo alguma caridade, do que fumar e não fazer coisa alguma. 

Filosofia linda, mas contrária ao mais elementar bom senso e regra de progresso moral de todos os que se dizem espíritas. 

Se o fumante e o não fumante estão no mesmo padrão moral na casa espírita, então por que não fumar? Seria a extinção da virtude.

Tem uma outra história (no movimento existem muitas): 

Dizem que o fumante, ao chegar nas "colônias" espirituais, vai receber cigarros dos Benfeitores diariamente e de maneira decrescente, até que se desabitue do vício de fumar.

 Isso seria mesmo verdade? 

Bem, se for, daí se pode aplicar o mesmo princípio à bebida alcoólica, à cocaína, à heroína, à maconha etc. 

O vício, em vez de ser moral, seria do corpo físico. 

Como poderia o sujeito ter culpa se o seu corpo é quem viciou? 

E teríamos uma aberração doutrinária que contraria os princípios elementares do Espiritismo. 

Será que alguém se preocupa com isso? 

No Movimento Espírita aceita-se tudo. Basta que a idéia venha pela cabeça de uma pessoa famosa.

Já está mais que na hora de nós, que somos espíritas professos, levarmos as coisas a sério. 

O viciado em cigarros é um Espírito em desequilíbrio. 

Se procura a casa espírita, seu vício deve ser tratado como uma enfermidade a ser tratada com apoio médico e espiritual. 

Se trabalha na casa espírita, ele poderá participar das atividades de instrução e de assistência, mas não se envolverá nas atividades de cunho mediúnico, onde as energias humanas são utilizadas para curar e restabelecer o desequilíbrio obsessivo. 

Um médium fumante está contaminado pelas emanações da droga que usa e pelas energias do seu psiquismo alterado. 

Os dirigentes espíritas tem o dever de esclarecer seu público a respeito da nocividade desse hábito. 

Claro, sem deixar de promover também a edificação moral em todos os sentidos.

Quanto à morte, saibam os caros fumantes que, como os outros dependentes químicos no mundo espiritual, eles serão tratados como doentes. 

E poderão ficar sofrendo nas regiões umbralinas por tempo mais ou menos longo, até que ofereçam condições de serem socorridos. 

Os que fumam e fazem caridade (para aliviar sua culpa) que se cuidem. 

Martin Lutero, o reformador protestante, dizia o seguinte: 

"Não são as boas obras que fazem o homem de bem, mas o homem de bem que faz as boas obras". 

Ensinava que o dever primeiro do seguidor do Cristo é reformar-se interiormente e que não pode fazer a verdadeira caridade, aquele que está dominado pelos vícios.

 É assunto para se pensar! 

 As coisas não serão tão simples como imaginam.



Tabagismo, como libertar-se do vício?

Magaly Sonia Gonsales

Com sua proposta para o auto-conhecimento e a reforma íntima, o Espiritismo torna-se um grande aliado ao viciado que almeja sua libertação.

Vícios, paixões e desatinos humanos normalmente se desenvolvem e fazem morada em nosso corpo carnal quando estamos invigilantes e quando nosso padrão vibratório está tão baixo que nos deixamos dominar por forças do plano astral inferior ou seja, quando perdemos por completo o controle sobre nossos próprios atos e quando não mais conseguimos evitar certas ações e atitudes que até então julgávamos ter sobre nossa vontade.

Então, infelizmente, estamos nas malhas do vício.

Isso normalmente acontece quando estamos invigilantes e por mantermos um comportamento moral condizente com espíritos do plano inferior e, portanto, ficamos literalmente nas mãos deles.

Dessa forma, não mais teremos nenhum controle, nem sobre nosso corpo físico e nem sobre os danos que estamos causando ao nosso perispírito, ao dar vazão aos vícios em geral e desregramentos da vida carnal.

Nessa categoria, podemos citar o alcoolismo, o tabagismo, os tóxicos, a alimentação carnívora, o sexo, a maledicência, a avareza, a mentira e tantos outros que nos oprimem, que atentam contra a delicadeza da vestimenta perispiritual que nos envolve e sobre a qual estamos atentando e, muitas vezes, destruindo o que de mais importante nos foi emprestado para que possamos evoluir e alcançar outros planos espiriiuais que é o nosso corpo físico.

O vício do fumo foi adquirido pelos espanhóis, junto aos índios da América Central, que o encontraram nas adjacências de Tobaco, provínoia de Yucatán.

Um dos primeiros a cultivar o tabaco na Europa foi o Monsenhor Nicot, embaixador da França em Portugal, de onde se derivou o nome de nicotina, dado à principal toxina nele contida.

O fumo, pelos danos que ocasiona ao organismo, é, por isso mesmo, perigo para o corpo e para a mente..."- Examinando a Obsessão. (Autor: Philomeno de Miranda )

Os distúrbios provocados nos que se iniciam no vício, tais como tonteiras, vômitos, perturbações bronquiais, são indício do envenenamento que o fumo provoca e da luta que o organismo trava ao se defender para adaptar se ao mesmo.

Uma vez estabelecido o vício, a pessoa se torna vítima do tabagismo, uma doença à qual se entrega, abdicando da própria vontade, incapaz de resistir à vontade de fumar, que se transforma em ação obsessiva simples.

Que a ação do fumo seja ofensiva o demonstram as próprias propagandas que alardeiam a utilização de filtros ou a consecução de cigarros com muito menos nicotina.

Mas além desta, ele contém outros venenos como: ácido tânico, omálico, oxálico, amônia e outros que lhe imobilizam outras importantes defesas do organismo.

Sua ação se torna muito pior para aqueles que detêm certas insuficiências orgânicas, acrescendo-as ainda mais.

As mulheres, entretanto, são as mais prejudicadas, por sua natureza mais delicada e sensível, principalmente na gravidez, tornando-as mais propensas aos distúrbios da gestação.

Além do mais, são afetadas na própria fertilidade.

O fumo" ...Hábito vicioso, facilita a interferência de mentes desencarnadas também viciadas, que se ligam em intercâmbio obsessivo simples, a caminho de dolorosas desarmonias..." - Examinando a Obessão. Philomeno de Miranda

VÍCIO E VAMPIRISMO

Intercâmbio obsessivo simples, pois não influi no cunho moral do homem, nem o avilta até a degradação completa, como acontece com o vício da embriaguez ou da toxicomania.

Mas se a pessoa se entregar em demasia ao hábito, poderá servir de "piteira viva" para desencarnados também viciados, de natureza inferior que, ao se servirem dele para satisfazer o vício de fumar, poderão influenciá-lo a fumar muito mais e estabelecer com ele uma forma de simbiose prejudicial, inoculando-lhe pensamentos deletérios, de ordem moral inferior, cuja receptividade será tanto maior quanto mais fraquezas a pessoa possa ter.

Trata-se, enfim, de más companhias que, por sua influência perniciosa, poderão acarretar deslizes morais perigosos e associações com delinqüentes e viciados.

Mas nem sempre tais influências provocam situações de domínio caracterizáveis.

O domínio psíquico tem diversas gradações e a pessoa pode passar uma existência inteira a desviar-se do que se havia proposto antes de reencarnar, sem aperceber se.

Ao desencarnar, os vícios se tornam mais dominantes, acarretando momentos de angústia muito cruciantes que impelem a buscar a saciedade no vampirismo dos encarnados "...Infunde pena a angústia dos desencarnados amantes da nicotina..."

O vício do fumo é uma porta aberta para o início das obsessões mais variadas e, embora obsessão simples, pode servir de trampolim a outras de maior gravidade, pela sujeição a espíritos atrasados.

O viciado no fumo é mais uma vítima de sua debilidade mental do que mesmo de uma invencível atuação fisiológica, ele esquece-se de si mesmo e, por isso, aumenta progressivamente o uso do cigarro, tentado continuamente pelo desejo insatisfeito, criando então uma segunda natureza que se torna implacável e exigente carrasco.

Os efeitos perniciosos do cigarro transformam-se em enfermidades crônicas que minam as defesas naturais e de proteção do organismo.

Uma das mais conhecidas enfermidades crônicas é a célebre "bronquite tabagista" ou a causada por distúrbios próprios da "asma brônquica", com a presença do incômodo pigarro, que é produto da irritação constante causada pelo fumo às mucosas respiratórias.

O fumante inveterado vive com a faringe, a laringe, os brônquios, o estômago e intestinos supercarregados de nicotina e de todos os derivados tóxicos do fumo, obrigando a sua natureza à permanente vigilância, a fim de se poder manter em relativo contato com os fenômenos da vida física exterior.

Portanto, como vimos, o fumo é um dos grandes responsáveis pela falência moral do homem, visto que ele abre brechas para todos os tipos de obsessões.

Assim, para "largar o cigarro" é preciso readquirir o poder da vontade de que se acha escravizado a ele.

É na mente do homem que, antes de tudo, deve ser empreendida uma campanha sadia contra o vício.

Através de reflexões inteligentes, deve ele se convencer da tolice de se submeter a prejuízos físicos, psíquicos e econômicos, causados pelo cigarro, o charuto ou o cachimbo.

RETOMANDO O CONTROLE

Portanto, a ofensiva não deve ser iniciada contra o objeto do vício, que é o fumo, mas no sentido de recuperar o comando mental perdido.

Há que ser retomado novamente o psiquismo diretor dos fenômenos de relação entre a alma e o meio.

É preciso que o homem se torne outra vez senhor absoluto dos seus atos, desprezando as sugestões tolas e perniciosas do vício que o domina.

É certo que a libertação do vício de fumar seria muito mais difícil se, por afinidade de vícios ou devido a qualquer desregramento moral, a criatura já estiver sendo cercada por entidades de astral inferior, atraída para junto de si.

Neste caso, a libertação não só requer o domínio da própria vontade, como ainda a adoção de um modo de vida que provoque o desligamento de outra vontade viciosa e livre, do além-túmulo.

OS EFEITOS DO TABAGISMO

Assim como devasta a vontade e a lucidez, o cigarro ataca e destrói o organismo, criando doenças e provocando disfunções.

Eis apenas alguns de seus efeitos:

Sistema Respiratório

Bronquite, Enfisema, Câncer pulmonar, Angina do peito, Laringite, Tosse, Tuberculose, Traqueíte, Rouquidão.

Sistema Digestivo

Diminui a secreção gástrica, diminui o apetite e dificulta a digestão: úlcera gastroduodenal; quilite (inflamação dos lábios), sialorréia (salivação abundante); hepatite; aumento do ácido úrico, provocando a chamada Gota.

Sistema Circulatório

Arteriosclerose (20 cigarros ou mais por dia); varizes; flebite, isquemia; úlceras varicosas; palpitação; mal de Buerger (trombose); aceleração de doenças coronárias e cardiovasculares.

Sistema Nervoso

Uremia; Mal de Parkinson; vertigens; náuseas; dores de cabeça; nervosismo; opressão.

Assim como o alcoolismo, a falta do fumo para o viciado gera ansiedade, angústia etc.

Desencadeia crises, convulsões e espasmos. 

É a dependência mental, psíquica e física.

POR QUE FUMAR?

O tabaco era usado na prática de feitiçarias, nas quais os indígenas acreditavam que a fumaça afastava os "maus espíritos". 

Como defumador, os pajés jogavam folhas secas de tabaco no braseiro, ao mesmo tempo que invocavam os deuses. 

Os nativos, com o tempo, passaram a fazer um rolo de folhas secas de tabaco fumegantes, aspirando e tragando a fumaça demonstrando visível sensação de prazer.

Hoje o fumo é consumido em larga escala, graças à herança daqueles costumes nativos, porém sob a égide de mentiras comerciais douradas, condutoras à exacerbação do consumo.

COMO PREVENIR

Na família, pelo exemplo. 

Na sociedade, pela educação, onde sejam demonstrados os males do vício e na religião, pelo respeito devido ao corpo e à vida.

Nosso organismo possui extraordinária capacidade de refazimento e de recuperação. 

Estima-se, contudo, que a eliminação dos agentes nocivos do fumo no corpo humano processa-se em período de tempo igual à duração do vício. 

Por exemplo: quem fuma há 10 anos, se deixar o vício, levará aproximadamente outros 10 anos para extirpar completamente do seu corpo os sintomas negativos do fumo.

COMO DEIXAR DE FUMAR

A melhor maneira é fazê-lo de uma só vez, com extraordinária força de vontade.

Pegue seu maço de cigarros e jogue-o no lixo. 

É melhor passar alguns dias de angústia, mas reprimir definitivamente o desejo de fumar do que prolongar essa agonia indefinidamente até que um câncer pulmonar ou laríngeo faça-o por você.

Se você não fizer, seu corpo vai obrigar.

COMO O ESPIRITISMO VÊ O TABAGISMO

Como uma infeliz criação humana, dentre tantas... 

Por ser gerador de doenças e dependência (viciação), promove graves distorções no corpo e no caráter, refletindo-se em danos impressos no perispírito. 

E isso representará sofrimento em vidas futuras, se não já a partir desta. 

O fumante, após desencarnar, certamente irá ressentir-se da falta do fumo.

Buscará desesperadamente satisfazer o vício, só o conseguindo, tal como no processo de vampirismo, ou seja, como o homem nunca está só, física ou espiritualmente; fixado no vício, terá permanentemente companhia de encarnados e desencarnados sintonizados com ele. 

Por outro lado, o Espiritismo oferece inestimável apoio ao viciado que queira libertar-se, através da "Evangelho-terapia", o tratamento pelo Evangelho, a cura do espírito.

Sim, cuidando do corpo, cuida-se de uma fração episódica da existência do indivíduo, porém, cuidando-se do espírito, cuida-se da erradicação do mal, construindo-se uma obra para a eternidade!

Cada tendência negativa superada - entre as quais A DROGADIÇÃO, ENTRE ELAS O ALCOOLISMO E O TABAGISMO - representará mais um degrau alcançado na escada do progresso espiritual.

Nesse particular, o espiritismo representa poderoso estímulo à cura, pela reforma íntima do indivíduo, pois o levará à reflexão e ao conhecimento das conseqüências infelizes do tabagismo e alcoolismo em futuras reencarnações. A ótica reencarnacionista, calcada na lógica, no bom senso e principalmente na Justiça Divina, levará o homem a não assumir dívidas hoje para resgate nas próximas vidas e nem a jogar espinhos na frente do seu caminho...

Tratamento para tabagismo na Federação Espírita de São Paulo
terças 14h e 19h30 sábados 16h
Rua Maria Paula, 140, Centro - Telefone: (11) 3115-5544

Referências:

  • CURTI, Rino - "Espiritismo e Obsessão"
  • KUHL, Eurípedes - "Tóxicos - Duas Viagens"

O livro "Malefícios do Fumo"é uma contribuição inestimável a todos aqueles que desejam abandonar um vício que tanto mal traz às pessoas.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 07)



Dedico esta página  a meu Pai que se encontra no outro plano, que venceu seus vícios, lutou e ainda luta com certeza pelo esclarecimento de nossos irmãos em evolução.

Bejo no teu coração Meu Véio. Te Amo.

Cezar

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